O número de mulheres que morrem durante o parto no país desceu de 578 para 400 mortes por cada 100.000 mulheres que dão à luz, de acordo com o recente inquérito demográfico sobre saúde.
O feito foi revelado ontem, em Dar es Salaam, pelo diretor dos serviços de prevenção do Ministério da Saúde e da Segurança Social, Dr. Donan Mmbando.
O último inquérito demográfico foi realizado em 2005 e os dados mais recentes foram obtidos no inquérito que foi realizado este ano.
“Esta é uma grande conquista, na sequência dos esforços do governo para reduzir as mortes de mães durante o parto e cumprir os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, conforme exigido”, disse o Dr. Mmbando numa cerimónia para receber uma subvenção concedida pela Alemanha.
No entanto, disse que o número ainda era elevado e que eram necessários mais esforços para garantir que ninguém morresse durante o parto.
“Não há necessidade de as mulheres perderem a vida quando dão à luz”, afirmou.
O Comissário afirmou que a queda da taxa de mortalidade entre as mulheres grávidas foi parcialmente atribuída ao aumento do uso de contraceptivos no país e à expansão dos serviços de saúde, especialmente nas zonas rurais.
O Dr. Mmbando disse que o número de pessoas que usam contraceptivos era de apenas 20% no final da década de 1990, mas desde então aumentou para 27,4% atualmente.
“Ao utilizar o planeamento familiar, podemos reduzir 18% das mortes causadas pelo parto. Estamos a fazer bons progressos na realização dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio quatro e cinco”, disse o Dr. Mmbando.
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